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Três homens... um presidente
Dias da Cunha abandona a presidência do Sporting no final do mandato, depois do Verão de 2006, e, apesar de estarmos ainda a mais de um ano das eleições, importa analisar as soluções para a sucessão. Filipe Soares Franco - o mais forte "candidato" numa linha de continuidade -, Ernesto Ferreira da Silva e Miguel Ribeiro Telles são os presidenci*veis de quem se fala...
JEAN-PAUL LARES
Dias da Cunha reafirmou recentemente a intenção de deixar a presidência do Sporting no final do corrente mandato, ou seja, depois do Verão de 2006, mas deixa uma marca indelével na história do clube. Sucedendo a José Roquette no Verão de 2000, abraçou com determinação o projecto do seu antecessor e não esperou muito para ultrapassar feitos desportivos recentes: em 2001/02, os "leões" conquistaram a tão saborosa "dobradinha", vencendo o Campeonato e a Taça de Portugal. Pela frente estavam ainda metas mais ambiciosas, pois foi sob a sua liderança que o emblema verde e branco inaugurou a Academia Sporting e o novo Estádio José Alvalade. A construção de novas e fundamentais infra-estruturas não o impediu de travar combates mais duros, ficando o seu nome intimamente ligado à recuperação financeira do clube e à intensa batalha pela credibilização do futebol português. As constantes referências ao "sistema" foram objecto de anedota, mas a verdade é que, sem a luta protagonizada por António Dias da Cunha, dificilmente teriam sido encetadas as investigações que estiveram na origem dos processos relacionados com o caso "Apito Dourado". Agora, será ainda o presidente das comemorações do Centenário, após as quais dará lugar ao seu sucessor.
Numa altura em que já se discute o nome do futuro líder, importa analisar as reais alternativas no que à passagem de testemunho diz respeito. Nestas páginas, apresentamos o perfil de três personalidades do universo "leonino" que têm sido referidas como potenciais sucessores, sendo mesmo possível dizer que, em 2006, um destes homens - Filipe Soares Franco, Ernesto Ferreira da Silva ou Miguel Ribeiro Telles - será o presidente do Sporting.
À espera de Soares Franco
Foi o próprio Dias da Cunha quem o afirmou: Filipe Soares Franco, Ernesto Ferreira da Silva e Miguel Ribeiro Telles são os óbvios "presidenciáveis". Sem se poder afastar por completo um quadro de disputa eleitoral, a verdade é que a solução para o futuro do Sporting deverá passar por um cenário de consenso e de convergência, que envolva estes três homens e as tendências que, de uma forma ou de outra, representam. Certo é que existe um denominador comum a todos eles: a íntima relação com os princípios do "projecto Roquette", ou seja, a garantia de que, independentemente de algumas diferenças no modelo de gestão que cada um preconiza, não haverá ruptura em termos de opções de fundo.
Na boa tradição da era Roquette, Ernesto Ferreira da Silva, que ocupa a presidência do Conselho Fiscal e Disciplinar, surge - como no passado sucedeu com os dois últimos líderes - como natural candidato, sendo esta uma solução do agrado do presidente: profundo conhecedor da realidade financeira do emblema verde e branco, é tido por Dias da Cunha - e não só - como um homem capaz de dar continuidade à "obra" em curso sem se afastar do conjunto de prioridades estabelecido. A decisão fundamental estará, porém, nas mãos de Filipe Soares Franco. O presidente-substituto, número dois da hierarquia "leonina" e "natural sucessor", nas palavras de Dias da Cunha, não suscita a unanimidade das opiniões dos sócios mas, curiosamente, dispõe de condições para aglutinar as diversas correntes de opinião que existem na cúpula dirigente. Caso decida avançar, o gestor que, com Dias da Cunha, maiores compromissos assumiu na reestruturação financeira do clube, deverá contar com apoios de peso, desde o actual presidente a... Miguel Ribeiro Telles.
Ribeiro Telles "distante"
O antigo vice-presidente para o futebol, que deixou a Direcção por divergências com Dias da Cunha, aparece neste cenário como solução alternativa, mas condicionada por outros factores: mesmo dispondo de enorme popularidade - sendo visto como figura consensual -, a recente ruptura com Dias da Cunha, a preenchida actividade profissional e alguma indecisão relativamente ao grau de envolvimento na estrutura, tornam a sua posição difícil de prever - e Ribeiro Telles não equaciona, de momento, o regresso ao dirigismo desportivo. Certo é que em circunstância alguma Ribeiro Telles estaria disposto a avançar sem o apoio de Filipe Soares Franco. Os dois homens trabalharam juntos no Conselho de Administração da SAD e partilham a mesma visão relativamente à organização do universo empresarial: ambos defendem o "primado do futebol", ou seja, a concentração de recursos naquela que consideram ser a actividade fundamental do Sporting. -->

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